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EUA ameaçam aplicar sanções a países ligados ao Irã, mas não revelam prazo

Governo Trump planeja estabelecer prazos específicos para que os países encerrem suas relações econômicas com o regime de Teerã


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lustração/Dado Ruvic/Reuters

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O Departamento do Tesouro dos EUA ameaçou impor novas e pesadas sanções contra países que se recusarem a romper relações econômicos com o Irã, mas não chegou a aplicar as penalidades.

Em um novo esforço para aumentar a pressão sobre Teerã, o governo Trump anunciou, nesta segunda-feira (24), que expandiu as categorias de "condutas relacionadas ao Irã" pelas quais os EUA poderão aplicar sanções no futuro.

O governo americano planeja estabelecer prazos específicos para que os países encerrem suas relações com o regime.

"Consideramos que a melhor maneira de interagir com os países é por meio da diplomacia discreta, e estamos alinhando expectativas com cada um deles", disse o secretário do Tesouro, Scott Bessent. "Sabemos quem eles são. Eles sabem quem são."

"Não vou estabelecer prazos, mas não temos paciência infinita aqui", acrescentou a repórteres em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira.

As novas sanções incluem penalidades que abrangem setores como ativos digitais, tecnologia e transporte marítimo, dos quais o Departamento do Tesouro determinou que o Irã depende para sustentar sua economia.

Apesar da promessa de Bessent de um "Dia D econômico" para o Irã, os EUA evitaram impor as maiores sanções que haviam ameaçado.

Em vez disso, o governo afirmou que trabalhará com "parceiros ao redor do mundo" para encerrar suas atividades ligadas ao Irã.

cnnbrasil


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