Entretenimento

Deolane Bezerra tem nova derrota na Justiça: entenda

Deolane Bezerra teve pedido recusado na ação do bloqueio dos bens dela e de uma empresa, avaliados em R$ 34 milhões


Imagem de Capa

Deolane Bezerra tem nova derrota na Justiça: entenda

Instagram/Reprodução

PUBLICIDADE

Deolane Bezerra sofreu uma nova derrota na Justiça. A influenciadora tinha pedido à Justiça de Pernambuco que desbloqueasse os bens dela e de uma empresa de publicidade e comunicação que comanda, avaliados em R$ 34 milhões.

O pedido foi indeferido pelo desembargador Demócrito Reinaldo Filho, da 4ª Câmara Criminal do Recife, do Tribunal de Justiça de Pernambuco.

A decisão ocorreu seis meses após Deolane ter sido presa em Recife. A influenciadora teve prisão decretada, de maneira preventiva, em meio a investigação da Operação Integration, que apura lavagem de dinheiro por meio de jogos ilegais e casas de aposta.

Segundo a coluna Radar, da Veja, Deolane Bezerra e a empresa Bezerra Publicidade e Comunicação LTDA ajuizaram a ação pedindo os desbloqueios dos bens. O patrimônio foi retido após a investigação de lavagem de dinheiro com base na compra de um carro da marca Lamborghini.

No pedido, Deolane alegou que a decisão de bloqueio era "desproporcional", uma vez que o valor bloqueado se "excederia em mais de 10 vezes o valor supostamente ilícito, estimado em R$ 3.950.595,00".

No processo, ela alegou também que o ato seria "ilegal", pois os bens tem "origem lícita, devidamente declarada no Imposto de Renda". O pedido também alega que o bloqueio causaria prejuízo nas despesas familiares de Deolane e na operação da empresa.

Na ação, o magistrado Demócrito Reinaldo Filho entendeu que as operações financeiras investigadas ainda estão sob análise do Ministério Público e que a documentação obtida durante a investigação aponta movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados.

"A empresa Bezerra Publicidade é citada como um dos meios utilizados para a ocultação de valores ilícitos. Some-se que, contrariamente ao alegado, a decisão vergastada contém fundamentação suficiente, baseando-se em provas colhidas no inquérito que indicam a necessidade de bloqueio preventivo dos bens", afirmou.

Ao indeferir o pedido, o magistrado disse ainda que "o bloqueio abrange bens necessários para assegurar a eficácia da investigação e eventual ressarcimento de valores".

"A relação com o valor do veículo Lamborghini Urus é apenas um dos aspectos do caso, não se limitando a ele, contudo não podendo haver, no momento, liberação da restrição de circulação dos veículos da parte, pelos mesmos motivos", frisou.

metropoles

Mais lidas de Entretenimento
Últimas notícias de Entretenimento